Factores importantes estão a afectar a biodiversidade tais como: mudança de habitat, alterações climáticas, espécies invasoras, sobreexploração, poluição, uso excessivo de fertilizantes, o consumo de água, sistemas de irrigação, invasão de espécies não-nativas, as alterações climáticas, a conversão da cobertura vegetal e fragmentação da paisagem, o crescimento populacional, guerras e crises económicas.
Os estudos de casos de abate de florestas e desertificação revelam a existência de interações sinérgicas: os efeitos combinados dos vários factores são ampliados pela acção recíproca e efeitos de feedbacks.
Os estudos de casos de abate de florestas e desertificação revelam a existência de interações sinérgicas: os efeitos combinados dos vários factores são ampliados pela acção recíproca e efeitos de feedbacks.
A pesca é a principal força directa antropogénica que afecta a estrutura, função e biodiversidade dos oceanos. A introdução de espécies não nativas invasoras é agora uma das principais causas de extinção de espécies de água doce. Está demonstrado que o aumento da descarga de nutrientes provoca intensa eutrofização e elevados níveis de nitratos na água potável e que a poluição proveniente de fontes pontuais, como a mineração tem tido impactos devastadores sobre a biótopos de águas interiores.Áreas de habitat aparentemente estáveis podem sofrer fragmentação, com impactes significativos sobre a biodiversidade. A fragmentação é causada por perturbações naturais como incêndios ou pela mudança de utilização das terras e a perda de habitats.
As espécies exóticas invasoras, exploração excessiva, o uso excessivo de nutrientes com o aumento de fósforo e consequente eutofização dos ecossistemas de água doce e hipóxia em ecossistemas marinhos costeiros, as emissões de óxido nitroso que contribuem para alterações climáticas mundiais e poluição do ar pelos NOx ,CO2 e SO2 em áreas urbanas.

As alterações climáticas no século passado, já tivetam impacto sobre a biodiversidade.O aumento da temperatura média entre 0,5 a 1 grau Célsius, já acarretou impactes na biodiversidade e nos ecossistemas (mudanças na distribuição de populacões, alterações no calendário de migrações ou reprodução, e um aumento na frequência de surtos de pragas e doenças).
Já se começam a verificar alterações positivas na reposição de stoks de algumas florestas e alguns poluentes da atmosfera estão a diminuir por exemplo os CFC, mas muito há a fazer pois estes processos são muito lentos.
Em conclusão, se o Homem quer continuar a sobreviver como espécie e não entrar em extinção necessita urgentemente de repensar a sua actuação sobre a biosfera.


5 comentários:
Será que o ser humano enquanto espécie terá resiliência suficiente para se adaptar às novas condições da Biosfera, que ele próprio depradou? ou seremos os Dinosauros da próxima extinção em massa, como diz Myers, "ou se aprende a gerir recurso aumentando biodiversidade ou se reduz a pressão sobre esta diminuindo a população para 2 biliões"; ora a ONU trabalhou com um cenário demográfico de 9 biliões em 2050...
Quando a pressão demográfica é elevada costumam surgir guerras para equilibrar as coisas, já para não falar das catástrofes naturais ou não, como o vírus Ébola e outros.
Felicidade
Idilicamente, penso que o aumento da população desde que sensibilizada, organizada e com bom recurso à tecnologia pode viver em harmonia com as outras espécies, não sendo um factor de agressão.. Até que número, não sei, mas quando se quer há sempre uma resposta para tudo...
olá Felicidade, obrigada por te preocupares com a imagem. Eu gosto de ler apesar de não ter o dom da escrita. As imagens para além de ilustrar o que é dito também têm a função de tornar a leitura mais leve. Mais uma vez o Homem aparece como o mau da fita (eu não digo que não) mas ainda bem que nós seres Humanos temos a capacidade de admitir os erros e de tentar ultrapassá-los mesmo quando sabemos que o processo é lento e que só terá efeitos daqui a muitos anos. Acreditamos que podemos mudar o rumo das coisas mas não temos certezas do quanto podemos intervir e como intervir.Fica bem, Elisabete Chaves
Obrigada pelo incentivo e concordo contigo. Eu reconheço com a maior descontracção que erro. Detectei que tinha escrito Celsius de forma errada e corrigi mas espero sempre uma achega da parte de todos quando detectarem os meus lapsos ...
Até amanhã.
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